Psicologia de vida


A felicidade é um problema
individual. Aqui, nenhum conselho é válido.
Cada um deve procurar, por si,
tornar-se feliz.

Sigmund
Freud


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Filhos, ter ou não ter, eis a questão?

Não deverão gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los.Platão

     A sociedade moderna, ainda cobra da mulher, a responsabilidade da preservação da espécie, porém, as mulheres "modernas", levam em conta seu bem estar, sua liberdade pessoal e seu desempenho profissional na hora de optar por," ter ou não ter filhos, eis a questão!"Não gera conflito, mas ao contrario do que se fala, as mulheres podem direcionar seu instinto de auto-preservação, em mão contraria ao instinto maternal.O texto abaixo mostra uma pesquisa que levanta esta questão, a opção das mulheres que desejam ser feliz, e são, porém abrem mão dos filhos, já que acumulam tantas outras funções,  dispensam a função de mãe.

Suely Martins - Psicóloga




Filhos? Não, obrigada
A ciência mostrou que o chamado “instinto materno” não é inato e pode ser vivido de diversos modos. Ainda assim, prevalece uma sutil pressão social que cobra a maternidade
por Paola Emilia Cicerone

© LUNA VANDOORNE/SHUTTERSTOCK
É raro alguém perguntar o que levou um homem ou uma mulher a ter filhos. Em contrapartida, é comum escutar: “Não tem filhos? Por quê?”. E, em geral, o principal alvo das indagações são as mulheres. Talvez algo como “não tive tempo”, “não sou casada” ou “não encontrei o homem certo, no momento certo” fossem boas respostas, mas há algo mais em jogo. É como se – ainda hoje, apesar de todas as transformações sociais dos últimos anos – continuasse necessário explicar à sociedade essa escolha (às vezes mais, às vezes menos consciente). Ao serem questionadas, as mulheres percebem na curiosidade alheia a pressão e as críticas disfarçadas, como se a opção de não terem sido mães as fizesse pessoas especialmente egoístas ou fosse sinal de algum “grande problema” em relação à sua feminilidade.

“Em nossas pesquisas promovemos a discussão do tema em grupos de mulheres sem filhos, em diversas cidades italianas, e muitas das participantes admitiram que se sentiam julgadas, às vezes até severamente, por parentes ou conhecidos, estigmatizadas como se fossem cidadãs de segunda categoria”, conta Maria Letizia Tanturri, professora de demografia da Universidade de Pavia, que participou de um importante projeto de pesquisa coordenado por várias universidades. “É como se, de certa forma, a maternidade fosse a garantia de nos tornarmos pessoas melhores, mais sensíveis”, observa. Ela lembra que, em 2007, uma senadora democrata da Califórnia, Barbara Boxer, atacou a secretária de Estado Condoleezza Rice: “Como não tem filhos nem família, a senhora não pagará nenhum preço pessoal pelo envio de mais 20 mil soldados americanos ao Iraque”. As palavras podem ser entendidas como uma variante de algo como: “Quem não tem filhos não pode entender o que só nós, seres humanos privilegiados pela graça de ter filhos, conseguimos compreender”.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan com 6 mil mulheres com idade entre 50 e 60 anos revelou que ter ou não ter filhos não tem efeito relevante no bem-estar psicológico nessa faixa etária – o que, de certa forma, contradiz a ideia de que é preciso criar os filhos para ter com quem contar no futuro. “Os aspectos mais importantes para uma maturidade feliz são a presença de um companheiro e de um círculo de relações sociais significativas”, salienta a socióloga Amy Pienta, coautora da pesquisa publicada no periódico científico International Journal of Aging and Human Development. Assim – e considerando todo o risco, trabalho e preocupação que significa ter filhos –, seria melhor não tê-los? Depende. O único dado certo é que hoje existe uma liberdade maior de escolha: é possível ser mulher de forma plena e prescindir da maternidade.



Revista "Mente e Cérebro"
Paola Emilia Cicerone é jornalista científica.

sábado, 7 de abril de 2012

Chocolate é bom demais!!!!



Chocolate é gostoso e faz bem a saúde! 
(na medida certa)
Que comer chocolate dá prazer, todo mundo sabe. Mas não é só por ser uma delícia que ele causa alegria. A engenheira de alimentos do Rio Grande do Sul informa que o cacau é rico em aminas biogênicas (uma delas é a cafeína), substâncias com alto poder estimulante. “Elas incitam a produção de neurotransmissores que dão sensação de bem-estar, como a serotonina”, ressalta.
E não para por aí: a guloseima ainda conta com um componente chamado triptofano, que nada mais é do que um precursor da serotonina. “Para as mulheres, o aumento das taxas dessa substância promove a regulação dos níveis de estrogênio e de progesterona, geralmente alterados durante a tensão pré-menstrual”, lembra Lucy, explicando por que o doce é tão bem-vindo nessa fase.
Como se não bastasse tudo isso, uma pesquisa publicada no Journal of Proteome Research demonstrou que o chocolate amargo também é capaz de reduzir os níveis de hormônios do estresse – como o corticóide e a adrenalina – em pessoas nervosinhas. Resumindo: ele é uma deliciosa fonte de felicidade .
       Quando estiver com dificuldade para manter a concentração e colocar a cabeça para funcionar, lembre-se de que o chocolate amargo pode dar um empurrãozinho no desempenho cerebral. O cacau contém cafeína e teobromina, substâncias conhecidas por seus efeitos estimulantes. Por causa delas, fica mais fácil chegar ao estado de alerta e conquistar um raciocínio mais ágil.
Thaís Manarini, especial para o iG São Paulo | 03/04/2010
Páscoa, tempo de refletir sobre o amor ao próximo, a tradição de trocar ovos de chocolate, de visitar amigos e familiares, e pensar no que ti faz renascer!
Tempo de deixar pra traz as mágoas, dores, sofrimentos, enfim , focar no que pode e deve ser melhorado, renovado. Não nos esqueçamos do verdadeiro significado da Páscoa, independente da conotação religiosa, fica a sabedoria do nascer de novo, se libertar das culpas, dos julgamentos penosos e auto-julgamentos enganosos, enfim,  começar de novo.           Boa Páscoa!!!!
Suely Martins.



domingo, 1 de abril de 2012

Mau humor frequente pode ser depressão.

  Nos dias de hoje é comum encontrarmos pessoas mal humoradas, afinal , é difícil dar conta de tantos afazeres, especialmente quando se é jovem, são tantas cobranças e auto-cobranças, que carreira seguir, ou que curso fazer, namoros, escola, trabalho, família, e a adolescência, sim , segundo o estatuto da criança e do adolescência (ECA), tal período vai  dos doze aos dezoito anos de idade. E ser adolescente é Normal ter conflitos, medos , dúvidas, estresse, mal humor, e em alguns casos depressão.


A depressão é uma doença silenciosa e sem preconceitos, pois ataca qualquer pessoa, independente de sua classe social, raça, religião, idade, acometendo inclusive crianças e adolescentes. Alguns jovens passam por esse período da adolescência sem  maiores problemas, enquanto outros, ( o que é normal), encontram dificuldades em superar seus conflitos, sentem-se incompreendidos, perseguidos, ansiosos, estressados, e mal humorados, porém quando o mal humor se torna frequente e vem acompanhados de outros sintomas, devem ser tomados alguns cuidados com os jovem que podem estar com depressão. Se o jovem além do seu mal humor habitual apresentar: distúrbios de sono, ansiedade constante, transtorno alimentar, falta de esperança, falta de prazer pela vida, impulsividade, pavio curto, reclama o tempo todo "dos outros", pois sentem-se desamparados, mal amados, abandonados, parecem não gostar de carinho,  é chegada a hora conversar e buscar apoio da família e/ou amigos.
Tá olhando o que?
Há pessoas que chegam ao grau de não mais querer viver, tendo pensamentos torturantes , negativos e até de morte, então  é preciso estar atento aos sinais e sintomas que a pessoa apresenta, e buscar ajuda para uma avaliação profissional. Que pode ser o psicólogo ou psiquiatra. Lembrando que a depressão pode acometer qualquer pessoa em qualquer idade, também percebemos tais sintomas nos idosos, que podem também estar associados ao sentimento de baixa-estima e inadequação, aposentados sentem-se com frequência  como inúteis, incomodando os outros, (em especial os filhos), para estes além da psicoterapia  sugiro que busquem fazer alguma atividade que o agrade, com dança, uma caminhada  ou trabalho voluntário por exemplo.
Fica a dica, o mal humor é normal para pessoas  chatas e rabugentas, porém quando este mal humor passa a afetar a vida de quem o tem e das pessoas que estão ao seu redor, tenha humildade e peça ajuda. Pra todo mal há  remédio, se não tem remédio, remediado está, e com amor  tudo pode ser superado.             
      Viva com prazer!
Suely Martins - Psicóloga.

sábado, 31 de março de 2012

Acerto o alvo!



As vezes reclamamos da vida, das pessoas e de coisas que julgamos estar errado, ou fora do lugar. Pedimos que as pessoas mudem, enfim que o mundo mude para se adequar as nossas expetativas. Mas o tempo ensina , que  a única pessoa que podemos mudar, é a nós mesmo, sim, devemos começar por uma reflexão daquilo que nos desagrada, e tentar com vontade transformar nossos pontos negativos em positivos, nossos defeitos em qualidades. Esse texto abaixo, é do Dalai Lama e deve ser lido com respeito pela pessoa sábia que ele, independente das questões religiosas.
 Suely Martins - Psicóloga

Começa por ti

Tua natureza divina não foi feita para ser aprisionada à sombra do sofrimento, fora do alcance de Deus, e sim para expandir, crescer, para assim, reencontrar sua real função.
És a flecha que tem por destino ser arremessada ao tronco do conhecimento e, se forças em direção contrária, cais em depressão, por negares ao teu ser a tua real necessidade que é a de estares livre, presente na tua realidade divina. Deves saber que as coisas não precisam acontecer nesta ordem.
Tens a opção em escolher novamente, sempre que sentires a ausência do teu coração em tuas decisões, ou seja, a ausência da paz de espírito.
Volta, recolhe teu ser no silêncio que habita
tua morada, e lá, começa por ti.
O que queres que não podes ter?
Nesta frase tão curta, reside todo o emaranhado de fios que te sufocam a cada dia.
Começa por ti e em ti. 

Aprende a conhecer tuas reais necessidades
e começa por elas.
Uma a uma, purificando teu ser do sofrimento que tens te causado por todo este tempo.
Desacredita da tua má sorte e põe tua atenção, teu coração no conhecimento que está dentro de ti, em silêncio, a esperar-te para dar-te a paz,
a certeza de quem és.

" Para cultivar a sabedoria, é preciso força interior. Sem crescimento interno, é difícil conquistar a autoconfiança e a coragem necessárias. Sem elas, nossa vida se complica. O impossível torna-se possível com a força de vontade."
Dalai Lama

quarta-feira, 28 de março de 2012

Auto-estima e prazer.


Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamenteDalai Lama
   A auto-estima é, por definição, a estima por si mesmo, o amor próprio. É , antes de mais nada, se conhecer. Esta é a questão : você se conhece?Você é capaz de perceber quando está cometendo um erro, ou sendo injusto? É capaz de pedir desculpas?
   Algumas dessas perguntas com certeza você já se fez e ficou chorando, pensando por que o mundo é tão cruel, enfim, por que tudo só acontece contigo?
Já parou pra pensar que sentimentos e emoções nos afetam sim, mas que é algo interno? Eu só vou me decepcionar com alguém se tiver expectativas em relação a este alguém. Que ninguém pode  me ferir sem o meu consentimento.
   A auto-estima é de extrema importância em nossa vida, pois como posso valorizar e respeitar os outros se não me valorizo e não me respeito. É preciso ter consciência da nossa responsabilidade diante dos fatos da vida, sair do casulo e crescer como pessoa. Deixar de lado o complexo de coitadinho, vítima, sofredor, para tomar as rédeas da própria vida, ou retomar o controle de si mesmo.Parar de culpar os outros pelos seus  erros e fracassos. A maior parte do nosso sofrimento é culpa nossa sim, pois permitimos que as outras pessoas nos machuquem ou nos enganem.
   Quando a vida parece não ter mais jeito, então esta é a  nossa HORA. É a nossa vez de ter prazer em viver. Chega de ficar lambendo as feridas, essa é hora de agir e mudar de vida, como diz o dito popular: "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima." 
   A auto-estima está intimamente ligada ao prazer, que é gostar de estar vivo, de quem se é, valorizar o que se tem, e principalmente, valorizar as pessoas que nos amam de verdade.
   Você é capaz de transformar sua vida se tiver coragem de se encarar , e reencontrar o prazer de viver, e viver com prazer. 
   Então , o que está esperando? Viva com prazer!


Ser feliz , é ser livre...´Ter medo é normal, ser herói, é se reconhecer humano.



Suely Martins   - Psicóloga.

terça-feira, 27 de março de 2012

O Estresse no trabalho.

      O trabalho ocupa um papel importante na vida das pessoas, sendo também de extrema importância na formação da identidade e na inserção social das mesmas. Porém , o que vemos, é que muitas pessoas se enganam ao dar maior importância ao fator financeiro e deixando de lado a satisfação pessoal, o prazer em fazer algo que considere importante para os outros, mais principalmente para si mesmo. Todos nós precisamos de "dinheiro" para sobreviver, ou para dar conta dos nossos mimos, mais  dinheiro não é tudo; ter satisfação no trabalho e reconhecimento profissional também. E  não menos importante o servir, e estar disponível para a sociedade, para a família, para a vida, mas estar bem consigo mesmo...Isso, não tem preço!
     O estresse ocupacional vem sendo alvo de estudo e preocupação por parte de grandes empresas, que vêem sua produção comprometida devido ao estresse no trabalho e a síndrome do burnout. Isso acaba afetando as pessoas em outros setores de sua vida, e  na vida da sociedade em geral.
      Quando surgem problemas de difícil solução, e as pessoas não conseguem resolvê-los, sentindo-se impotentes diante da própria vida, elas acabam perdendo todo o interesse pelo que antes lhe dava prazer, e podem até desenvolver doenças , as conhecidas "psicossomáticas", para nós aqui, doenças do estresse.   A saúde pode ser afetado com os mais diversos problemas e sintomas tais como: insônia, irritabilidade, mal-humor constante, depressão , síndrome do pânico entre outros, enfim, até o suicídio, quando o estresse  ocupacional chega ao esgotamento "físico e emocional" do indivíduo.
        O que fazer para ao  menos amenizar tal situação? Que tal começar com uma auto- avaliação  corajosa, e começar a fazer pequenas mudanças no seu dia a dia, tendo humildade em reconhecer seus limites e buscar ajuda profissional se necessário. Fica aqui algumas sugestões para solucionar o problema: Converse com seu chefe, não apenas critica e reclame, mas dê sugestões de como melhorar e otimizar o trabalho.  Pare, respire fundo, conte até MIL se necessário for, e preocupe-se com sua qualidade de vida. Praticar alguma atividade física, dança, massagem, meditação, melhorar a alimentação, se divertir, sorrir, ser feliz. Também podem funcionar. Enfim , quem sabe não chegou a hora de mudar de emprego, ou até de profissão.
O importante é ser feliz. Viva com prazer!

Suely Martins. - Psicóloga

domingo, 25 de março de 2012

Educar com amor!

       Educar, exige esforço, sabedoria, dedicação, paciência. Uma arte divina, um dom supremo, educar é para as crianças uma necessidade, pois para crescer e viver em sociedade todos precisamos aprender  a conviver com o outro.  Viver em família significa disponibilidade para aprender sempre, ensinar sempre e amar sempre.
       Percebemos nos dias de hoje que muitos pais sentem muita dificuldade em educar seus filhos, e muitas vezes passam tal responsabilidade para outros, seja por medo de errar, de não dar conta, enfim, acabam se sentindo pressionados a serem prefeitos, amigos, legais, compreensivos, e acabam por esquecerem o principal, ser pai, ser mãe, ser o responsável pela educação do seu rebento,e envolvidos pelo medo ou pela culpa de não ter tempo para dar atenção a seu filho. E claro, vão culpar um ao outro (pais), ou a escola, os professores, os avós, qualquer outra pessoa que lhes salvem da responsabilidade que é sua. Sim, não devem delegar tal poder, dever, direto, que é seu, a outra pessoa, mesmo que pareça  uma missão impossível, acredite, você é capaz, não existe manual de instrução para pais, nem para filhos, só se aprende vivendo, e viver dá trabalho, exige esforço, atenção, e estar disponível para aprender as lições da vida, então como impedir que os filhos sofram, que aprendem a ser educados, honestos, sem o nosso exemplo?
       Viver é um ato de amor, e para educar é necessário amar. Aprendi que só damos aquilo que temos, e percebi em minha prática profissional que muitos pais não aprenderam a amar, então como amor? Mas não nos esqueçamos de que a vida nos ensina a viver, e nos dá todos os instrumentos para sermos felizes, e que se não damos amor porque não sabemos, ou não tivemos na infância, podemos aprender a receber, para ter o que dar. Os filhos podem ajudar aos pais a prender a amar, a ter paciência, organização, a ser feliz. 
        Educar, também  é colocar limites, dizer não, dar bons exemplos de vida, orientar, mas não esquecer de jamais de deixar livre para voar.  Alguns pais tem dificuldades em dizer não, algumas vezes por culpa de estar a maior parte do tempo trabalhando, ou por medo de que o filho deixe de amá-los. Para os pais separados que não podem estar presentes o tempo todo, fica o lembrete "não existe ex- filho, ou ex-pai, ex-mãe, a relação entre pais e filhos é pra sempre, assim com o amor...e paciência, a criança feliz hoje, será o adulto resolvido de amanhã.

                                  Suely Martins - Psicóloga



Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante!
Paulo Freire


        
        

       

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mulher de 30


A MAIS PURA VERDADE...

A medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30. Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar. Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, vai fazer alguma coisa que queira fazer...

E geralmente é alguma coisa bem mais interessante. Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer. Elas não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.

Você nunca precisa confessar seus pecados... elas sempre sabem... Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Mulheres mais velhas são diretas e honestas.

Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!

Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça... Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos! Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada e sexy, existe um careca, pançudo em bermudões amarelos bancando o bobo para uma garota de 19 anos...

Senhoras, eu peço desculpas! Para todos os homens que dizem: "Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?", aqui está a novidade para vocês: Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê?

"Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!". Nada mais justo!
Arnaldo Jabor

Cancer de mama - 12 dicas


domingo, 18 de março de 2012

O papel do psicólogo na escola.

Regina Célia de Souza 


(...) sou a favor dos psicólogos práticos, a favor do trabalho prático e, portanto, em sentido amplo, a favor da ousadia e do aprofundamento de nosso ramo da ciência na própria vida.(Vygotsky,1968) 


O que consiste este trabalho prático do psicólogo na educação? 


Num primeiro momento, relacionar os conhecimentos específicos da Psicologia com os conhecimentos educativos. Para isso é necessário conhecer os temas da educação e o funcionamento da escola enquanto instituição característica para que estes conhecimentos possam ser articulados. 
Cabe ressaltar que o trabalho prático, a que se refere Vygotsky, não é um trabalho afastado da teoria, nem uma superposição do campo psicológico sobre o educacional, e sim um trabalho de reflexão da prática a partir da teoria. 
Assim, apoiado em seus pressupostos teóricos e estes, por sua vez, já articulado ao conhecimento educativo, a grande contribuição do psicólogo escolar reside nos bastidores da instituição, isto é, sua ação deve desenvolver-se prioritariamente com os professores e não com os alunos, contribuindo para que eles estejam cada vez mais fortalecidos e instrumentalizados para uma atuação de qualidade junto ao alunado. 
Hoje não temos dúvidas de que o trabalho mais importante que um psicólogo possa desenvolver nas instituições de educação é a formação em serviço de seus educadores.  
 Neste sentido, sua contribuição pode apontar algumas direções: 

Ajudar o educador a refletir sobre sua infância, para melhor compreender a infância de seus alunos;
Contribuir para que o educador infantil possa rever sua identidade enquanto profissional, encontrando um sentido cada mais significativo par seu fazer pedagógico;
Auxiliar o educador no convívio das relações grupais; - nas relações de equipe e na construção da turma enquanto grupo;
Ajudar o educador a refletir sobre sua família para melhor compreender a dinâmica familiar de seus alunos e novo perfil familiar ;
Ajudar o educador a refletir e conhecer sobre o desenvolvimento humano e os processos ensino/aprendizagem com base nos fundamentos teóricos que sustentam sua prática, possibilitando que ele possa compreender e encaminhar, com clareza, o percurso de escolarização de seus alunos
evitando os excessivos encaminhamentos a sessões psicopedagógicas.
Além disso, não se deve perder de vista algumas questões éticas e políticas:

É preciso que o psicólogo compreenda que no cenário escolar, da mesma forma que outros técnicos presentes na escola, ele não é o protagonista da cena. Seu trabalho é nos bastidores, buscando promover o educador em suas necessidades de reflexão e de construção de conhecimento. Para isso é fundamental que tenha uma visão integrada desse educador-sujeito, pois seu trabalho é ajudá-lo a se descobrir, a se desvelar, alcançando segurança, autonomia na sala de aula. E isso só é possível através do respeito – respeito por um conhecimento que o professor construiu referente ao cotidiano da
sala de aula e que é o objetivo primeiro da escola; e respeito pela pessoa do educador, não lhe lançando interpretações que não está preparado para ouvir – a escola não espaço para clínica psicológica.
Mas, além disso o que pode fazer o psicólogo escolar?
Pode: desenvolver trabalhos de Orientação Vocacional e Profissional com os alunos;
desenvolver ações preventivas junto com o corpo docente no que se refere à uso de drogas
desenvolver ações esclarecedoras junto com o corpo docente para os alunos sobre sexualidade, ética,
agressividade...
desenvolver ações esclarecedoras junto com o corpo docente para as famílias sobe desenvolvimento humano, prevenção do uso de drogas, sexualidade, agressividade, ética...
desenvolver ações esclarecedoras junto com o corpo docente para as famílias sobre o desenvolvime
nto acadêmico dos alunos;
desenvolver ações esclarecedoras junto com o corpo docente para famílias e alunos sobre a metodologia e os objetivos da escola;
participar com toda equipe da escola da construção de seu projeto político pedagógico;
desenvolver trabalho de relações grupais para que a equipe da escola possa cada dia melhorar suas relações interpessoais.
* artigo adaptado do texto: “O psicólogo e a educação – uma relação possível” publicado no livro “A práxis na formação de educadores infantis” da mesma autora. Ed. DP&A. 2002. RJ.

O Presente.


A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança 

e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa
.
desconhecido

Que a gente se divirta sem se matar, que ame sem se contaminar, que aprenda sem se enganar, que viva sem se vender.
Lya Luft

terça-feira, 13 de março de 2012

PSIQUE: Você sufoca o seu filho(a)?

PSIQUE: Você sufoca o seu filho(a)?:     Um movimento digno de nota que "sempre" aconteceu na surdina ao longo da história das civilizações humanas, é a capacidade que algun...


A atitude dos pais deveria se resumir em dar ao pequenino recém-chegado toda a orientação espiritual, mental e física com o máximo de sua habilidade, sempre lembrando que o pequenino é uma alma individual que veio ao mundo para adquirir a própria experiência e conhecimento em seu próprio caminho, segundo os desígnios de seu Eu Superior, e dar-lhe toda liberdade possível para que possa se desenvolver sem dificuldades. A independência, a individualidade e a liberdade devem ser ensinadas desde o começo e a criança deve ser estimulada o mais cedo possível na vida a pensar e agir por si mesma. (Edward Bach, os remédios florais do Dr. Bach, p.40).

Vale refletir sobre como educar nossos filhos!!!
Não existe receita de bolo, só o Amor pode dar a direção!
Suely Martins.






Quem ama educa!

As crianças estão precisando de tapa na bunda”, diz terapeuta infantil

Para Denise Dias, que lança livro favorável à adoção de formas físicas de punição, falta de limites cria “geração de delinquentes”


Como explicar a uma criança a forma correta de agir? A dúvida, comum a muitas mães, divide especialistas. Mas há um ponto em que todos parecem concordar atualmente: bater para educar seria pouco eficaz e traumatizante para a criança. Poucos seguem outra linha de raciocínio. É o caso da terapeuta infantil Denise Dias, que lançou em outubro deste ano o livro “Tapa na Bunda – Como impor limites e estabelecer um relacionamento sadio com as crianças em tempos politicamente corretos” (Editora Matrix).

sábado, 10 de março de 2012

PSIQUE: Ser Mulher é...

PSIQUE: Ser Mulher é...: Ser mulher é carregar um estado de espírito complexo.    É ser capaz de experimentar todas as emoções possíveis do avesso em um úni...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Homenagem a nós mulheres de verdade!!!

Olho-me no espelho 
e minuciosamente,
procuro entender
minha maturidade.
É notório que percebo
facilmente os sinais,
físicos de minha declinação.
Vou além do reflexo 
de minha imagem,
mergulho fundo na alma, 
nos sentimentos,
em minhas emoções.
Percebo que minha 
visão realista, 
supera minhas fantasias.
Sinto-me imune 

as grandes frustrações.
Analiso os questionamentos 
com mais determinação.
Vejo no espelho a minha 
melhor capacidade
de entender 
minhas perdas, meus medos,
minhas lamentações 
físicas e emocionais.
Vejo certa luz no espelho, 
fazendo brilhar
minha maturidade refletida.
Um certo brilho de autonomia,
minha maior liberdade de escolha,
minha experiência, minha serenidade,

minha sabedoria em valorizar
as fases de minha vida.
Em saber tirar dela o que ela
tem de melhor a me oferecer.
Enxergo ainda patente 
em minha consciência, 
sensualidade, erotização.
Ainda mais profundamente, 
vejo uma reconhecedora
de perdas e ganhos, 
quando tento balancear 
os custos, benefícios 
de minha jornada.
Fecho os olhos e convicta,
imagino em minhas mãos

O leme em que posso direcionar 
O rumo de minha existência
com plenitude e libertação.
Que gire a roda do tempo!
Lufague.


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=78277#ixzz1oLMcbn74
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Você acredita na Psicologia?


Mesmo com toda a informação disponível ainda há um grupo expressivo de pessoas que chegam aos consultórios de Psicologia desacreditando do trabalho e da eficiência da mesma.

Não quero sair em defesa da Psicologia e adotar tons ríspidos neste texto. Porque tenho certeza da propriedade da mesma enquanto ciência e da fidedignidade dos seus métodos, técnicas e abordagens.

Tenho observado um movimento isolado de alguns profissionais da saúde que precisam difamar a Psicologia para não revelar a sua ineficiência enquanto profissionais. O objetivo deste texto não será o de menosprezar nenhum profissional. Pois acredito ter nas mãos um problema mais ético que técnico.

E ética como muitos pensam não se aprende na Universidade. É uma questão de banco de vida, se aprende com os pais. Enfim, o que quero deixar "claro" é que todos nós temos o direito de duvidar de tudo o que a sociedade nos dispõe enquanto ciências, crenças, etc.

Fora isso é desrespeitoso e denota preconceito sair difamando um segmento da ciência de forma despropositada. Não me parece inteligente atacar o que se desconhece. Mas é direito de todo cidadão não aceitar, não validar, não acreditar nos mecanismos de cura que dispõe a sua cultura, o seu tempo.

A Psicologia é uma ciência que se mostra em construção, mas nem por isso solta e incoerente. O que temos disponível na literatura, em instrumental teórico se encontra perfeitamente validado e reconhecido por instituições como Conselho Federal e Regional de Psicologia, dentre outros. Este segmento profissional é o mais interessado em romper paradigmas e repensar a sua prática, seus instrumentos, suas técnicas, seus profissionais.

Faço votos de que dias mais tolerantes, respeitosos e fraternos surjam para todos nós acreditando ou não, isso é o de menos. Mas respeitando, sempre!

_________________________________________________________
...Talvez não tenhamos conseguido fazer o melhor, mas Lutamos para que o melhor fosse feito !!!... (Martin Luther King)


Por: Daniele Pereira de Souza - Psicóloga

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Educando para a vida - Parte III


O PODER DOS PEQUENINOS

Nenhum psicólogo pode resolver problemas que apenas têm a ver com falta de regras e deficiente educação.


Quem trabalha com crianças sabe imediatamente do que estou a falar porque diariamente assiste a situações destas. Em algumas famílias o poder está nas mãos das criancinhas e os pais parecem encolher os ombros numa atitude de completa impotência. Vemos que, desde tenra idade, os petizes (pequenos) põem e dispõem a seu belo prazer. Não é incomum ouvir-se que os pais de que não podem dar a medicação prescrita pelo médico porque a criança não quer, ou porque faz uma birra que o impede.

As queixas dos pais são do mais variado que há. Existem aqueles que não conseguem que os filhos durmam no seu próprio quarto, os outros que se vêem obrigados a comer constantemente fastfood, etc, etc. Em desespero de causa recorrem aos psicólogos.

Move-os a esperança de que o técnico lhe dê uma poção mágica que resolva de imediato a situação ou que, em alternativa, lhes diga que o filho sofre de uma maleita (doença) qualquer que justifique o seu comportamento.

Hiperactivos … ou mal educados ? …

O que mais está na moda é acharem que as crianças são todas hiperactivas! Ao colocar-se esse rótulo, desculpabilizam-se os pais que podem então encolher ainda mais os ombros, ao mesmo tempo que lamentam a má sorte que os levou a gerarem um filho com um problema deste tipo.
O azar (ou sorte) é que o Transtorno de Défice de Atenção e Hiperactividade não é tão comum como se pensa e o diagnóstico obedece a critérios muito precisos. Assim, o que acontece com frequência é que o comportamento das crianças não se deve a nenhuma patologia mental, mas sim à falta de regras que depois resvala em atitudes de má educação.

Obviamente que se comportam pior quando estão na presença dos pais, o que conduz a situações muito incómodas. Gritam, esperneiam, dizem palavrões, mexem em tudo, dão pontapés nas portas...Os pais tentam em vão travá-los por todos os meios mas, claro está que é tarde, já que a educação de base é dada em casa.

A educação tem de ser um processo contínuo

Os pequenos teimam em não obedecer (até porque não estão habituados a isso) e seguem-se as tradicionais palmadas e os habituais choros e gritos estridentes. Muitos pais, ao serem confrontados referem que as suas actividades profissionais os impedem de estar com os filhos e que, por isso mesmo, não querem manchar o convívio com repreensões e castigos.
Chegam a colocar a responsabilidade nos avós porque são eles que estão mais tempo com os netos e que, por isso mesmo, lhes deveriam ditar regras de conduta. É, de facto, uma nova maneira de viver a parentalidade, já que parece haver uma tendência para a desresponsabilização.

O tradicional papel de pai como figura de autoridade que as crianças se habituavam a respeitar, deu lugar ao pai-amigo que evita desempenhar o papel de “mau da fita” e, por isso mesmo, coloca a responsabilidade da educação dos filhos ou na escola, ou nos avós. Quando nem um nem outro funciona, assume-se que a criança tem um problema do foro mental e então há que procurar o psicólogo.

Detectado o foco da questão, quando confrontados, os pais adoptam um de dois tipos de atitude, ou se sentem altamente culpados e decidem esforçar-se por mudar, ou então negam a realidade, assumem que o psicólogo não está a ser eficiente e procuram outro técnico. Tudo isto é grave se pensarmos que são estas crianças que foram as novas gerações. Espera-nos então uma sociedade em que os adultos não têm regras e são incapazes de resistir a frustrações ?

Teresa Paula Marques
Psicóloga Clínica, especialista em Psicologia Infantil
fonte: http://www.teresapaulamarques.com/ 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Os jovens e a violência nos dias atuais!


A violência entre jovens


26-JUL-2010
Artigo  publicado em 26/07/2010 no JORNAL DE BRASILIA

Saulo Santiago

A juventude de hoje está imersa em um caldo de cultura que valoriza a conquista do sucesso a qualquer custo. Em uma sociedade caracterizada pela vulgarização da violência, coexistem fatores que influenciam rapazes e moças a cometer, sofrer ou testemunhar atos de violência física ou moral. Prolifera nos educandários de diferentes níveis de ensino a prática do bullying, dos trotes vexatórios e das brigas entre grupos de escolares de diferentes escolas.

O bullying pode ser definido como "atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente, praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia". Segundo psicólogos estudiosos do assunto, a adolescência é período da autoafirmação, do culto da virilidade e do predomínio da opinião do grupo sobre a vontade do indivíduo. É a fase em que os jovens adolescentes de ambos os sexos procuram exibir-se perante seus colegas ou amigos, praticando atos duvidosos ou de flagrante agressividade. Estudiosos da matéria afirmam que os agressores têm geralmente personalidades autoritárias, combinadas com forte necessidade de controlar ou dominar seus semelhantes.
Há cerca de três anos, importante estudo realizado por entidade estatal em parceria com órgão da Organização Mundial da Saúde, desmistificou algumas das causas usualmente apontadas da violência infanto-juvenil no Distrito Federal. Pesquisa realizada com mais de mil jovens do DF, apontou, por ordem de importância, os principais fatores determinantes da violência interpessoal entre os jovens de nossas cidades e setores, incluindo o Plano Piloto. Em primeiro lugar, o estudo aponta o fator pessoal como o mais importante gerador da violência. Os fatores comportamentais de ordem pessoal que mais influenciam os jovens a cometer atos de violência física contra alguém são: utilização de arma de fogo; porte de arma de fogo; uso de cocaína e de outras drogas ilícitas; indivíduo de sexo masculino como agente da agressão; uso abusivo de bebida alcoólica; falta de referência pessoal, pois a ausência de um modelo positivo no qual o jovem poderia se espelhar, muitas vezes propicia a atitude agressiva.
Existe ainda o fator familiar. A ausência da figura do pai e a concentração afetiva na figura da mãe deixa o jovem sem o referencial paterno. A mãe simboliza o amor; o pai, a ordem e o respeito à lei. Com ele ausente no quotidiano do lar, o jovem tende a substituir a figura paterna por outras e, na pior das hipóteses, por marginais que convivem com ele na comunidade. A pesquisa revelou que a educação é um dos melhores antídotos contra a violência. A reprovação escolar aumenta a propensão de o jovem tornar-se violento. Para cada ano de reprovação adicional, aumentam as chances de o repetente transformar-se em pessoa violenta. A sociedade civil e o Estado têm que se unir para minimizar a violência entre os jovens. Família, Escola, Mídia e Comunidade Organizada necessitam articular-se.
*Saulo Santiago, Presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Brasília.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

PSIQUE: Ana, Eu e o Câncer

PSIQUE: Ana, Eu e o Câncer: Minha vida foi marcada pelo câncer nos anos de 1984-1985. Foi quando o câncer se tornou realidade para mim. E de forma inconsciente d...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Auto-estima e sua importância na construção da personalidade das crianças!


Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim.
Mahatma Gandhi


Auto-estima pode ser definida como a avaliação que o indivíduo faz de suas experiências interpessoais, atribuindo juízo de valor a si mesmo. As crianças formam sua auto-estima a partir da maneira como são tratadas por pessoas importantes para ela, tais como pais, amigos e professores.

A auto-avaliação vai sendo construída pela criança de acordo com o valor que os outros lhe atribuem, expresso em afeto, elogios e atenção. São importantes também, suas experiências de sucessos e fracassos. Ainda contribui para a auto-avaliação a forma como a criança reage a críticas e comentários. Desta maneira, a formação da personalidade é alimentada positiva ou negativamente pela auto-estima.

As crianças que sofrem dominação, rejeição ou punição severa poderão desenvolver baixa auto-estima. Tendem a ser submissas e passivas, embora possam ocasionalmente mudar para o oposto extremo da agressão e dominação. Tornam-se pessoas menos realistas e menos efetivas no seu desempenho, pois se consideram inferiores e incapazes de solucionar seus problemas.

Para alguém com baixa auto-estima, estar acima do peso ideal pode constituir um fator de ansiedade e uma ameaça ao seu amor próprio. A pessoa pode se retrair e evitar relacionamentos sólidos, por não aceitar a imagem do seu corpo.

Quando existe baixa auto-estima, o indivíduo dificilmente se exercita e pratica uma alimentação saudável, por não acreditar suficientemente em seu poder de mudança. A base para qualquer atividade transformadora em nossa vida é possuir auto-estima adequada.

Muitas vezes a terapia se torna importante para auxiliar o desenvolvimento do amor próprio. Doenças como bulimia, anorexia e vigorexia são freqüentemente associadas a fatores sócio-culturais e a baixa auto-estima. O ser humano deve ser moderadamente preocupado com seu corpo, sem que essa preocupação se torne uma obsessão. O desejável não é o padrão imposto pela mídia, mas sim estar satisfeito consigo mesmo, procurando manter um corpo saudável.

O amor à vida e a busca da saúde são fundamentais. Com auto-estima adequada fica mais fácil aceitar nossos pensamentos, sentimentos e valores pessoais. O senso comum nos diz que para ser amado é preciso também amar a si mesmo. Talvez essa seja a melhor definição da real importância da auto-estima para nossa vida.
Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade

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