Psicologia de vida


A felicidade é um problema
individual. Aqui, nenhum conselho é válido.
Cada um deve procurar, por si,
tornar-se feliz.

Sigmund
Freud


domingo, 3 de novembro de 2019

Psicossomática Contemporânea

#psicossomatica contemporânea.
O ser visto na sua integralidade.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A vida é feita de escolhas.


 E nem sempre gostamos dos resultados obtidos, e teremos que viver com  os resultados  dessas escolhas.
O medo surge daí, das responsabilidades que teremos à partir do desafio de crescer.
Dói ADOLESCER.
E o que significa adolescer? Do Latim adolescere. Entrar na adolescência, crescer, desenvolver.
Então, como fazer para entender esse "crescer"? Tal qual uma planta, uma pessoa necessita de cuidados, alimento, água, ar...afeto. Eu disse, que plantas necessitam disso? Acredito que pessoas também, a diferença é que o organismo vivo dá ao receber tudo isso.
A planta cresce, os animais, e o individuo as vezes cresce outras cai do pé e morre.
Diante da atual realidade em que vivemos, me pego pensando que mundo é esse em  que vivemos?
São questionamentos humanos, ou deveriam ser. O fato é que estamos perdendo a humanidade, e a dádiva que é o pensar, e o que temos além disso: questionar, conscientizar, agregar, sentir, viver, amar...
Quantos verbos mais  ainda temos .... E simplesmente deixamos pra lá...
Aonde foi parar a humanidade? Será que ainda dá tempo de resgatar o SER tão perdido e atado ao adolescer, e com tanto medo de crescer?
Somos todos iguais... sim somos todos iguais quando estamos com medo. E nos tornamos eternas crianças, com medo de nos machucar que partimos pra defesa, e daí...
Quantas reticencias mais teremos sem tomar consciência de que crescer dói, mas é necessário. E que não é preciso deixar a criança interior morrer, mas ao contrário, manter a inocência da eterna criança que existe dentro de cada um, e que acredita que tudo vai ficar bem, e que vale a pena viver.


A vida é feita de escolhas.

Certeza????????????


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

MÁSCARA - PITTY

Diga, quem você é me diga 
Me fale sobre a sua estrada 
Me conte sobre a sua vida 

Tira, a mascara que cobre o seu rosto 
Se mostre e eu descubro se eu gosto 
Do seu verdadeiro jeito de ser 

Ninguém merece ser só mais um bonitinho 
Nem transparecer consciente inconsequente 
Sem se preocupar em ser, adulto ou criança 

O importante é ser você, mesmo que seja, estranho 
Seja você, mesmo que seja bizarro bizarro bizarro 

Tira, a mascara que cobre o seu rosto 
Se mostre e eu descubro se eu gosto 
Do seu verdadeiro jeito de ser 

Ninguém merece ser só mais um bonitinho 
Nem transparecer consciente inconsequente 
Sem se preocupar em ser, adulto ou criança 

O importante é ser você, mesmo que seja, estranho 
Seja você, mesmo que seja 

Meu cabelo não é igual 
A sua roupa não é igual 
Ao meu tamanho não é igual 
Ao seu caráter não é igual 
Não é igual, não é igual 
Não é igual 

I had enough of it but I don't care 
I had enough of it but I don't care 
I had enough of it but I don't care 

Diga, quem você é me diga 
Me fale sobre a sua estrada 
Me conte sobre a sua vida 

E o importante é ser você, mesmo que seja, estranho 
Seja você, mesmo que seja bizarro bizarro bizarro.

domingo, 26 de julho de 2015

Psicologia de Vida: Dia dos Avós

Psicologia de Vida: Dia dos Avós: Parabéns aos Avós!!! Parabéns aqueles que adoçam os dias dos pequenos,mesmo quando não podem comer açúcar. Para aquelas pessoas tão espec...

Dia Nacional do Escritor-25 de julho

Em tempo...
Ontem foi O Dia Nacional do Escritor
O que posso dizer se não , que as palavras foram minhas companheiras desde que aprendi a ler
Estão presentes em minha vida , e fazem história, e contam histórias, minhas , tuas, reais e inventadas...
Escrever é como estar com o melhor amigo e trocar olhares, gestos, emoções, e depois colocar tudo no papel. Ou não.
As vezes tudo fica na mente,mas você nunca saberá se eu não te contar, ou se não escrever.
Parabéns!!!!

Dia dos Avós

Parabéns aos Avós!!!
Parabéns aqueles que adoçam os dias dos pequenos,mesmo quando não podem comer açúcar.
Para aquelas pessoas tão especiais, e que as vezes são chatas sim...
Desejam que sejamos melhores a cada dia, reclamam de tudo na vida, até dos netos que não vão lhe visitar.
Os Avós pedem tão pouco, até porque sabe-se lá quanto tempo eles tem aqui com a gente né?
Então, vamos lembrar dos Avós hoje, porque é seu dia, nos outros dias porque é o nosso dia com eles.
Parabéns a todos os Vovós!!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Solidão

Vidas Opostas
Como explicar o que o outro sente?
É como transplantar sentimentos e emoções
E sentir o que só as mães sentem...
Outro coração dentro de você
E como falar da dor aguda da perda de alguém que pensamos ser imortal
E que, claro será eterno apenas pra você. 
Como falar e colocar em palavras o que nem sabemos se existe?
O luto contido que escorre no rosto e sangra o coração
Perder um amor dói,
Mas perder um ser que poderia viver. ..
Não sei o que dizer diante de tamanho absurdo. ..
O antagonismo da vida
Vejo jovens querendo morrer enquanto outros lutam por mais um dia de vida
O que dizer da dor de não ser capaz de ser feliz. ..
Suely Martins

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Andarilhos das estrelas



   Ao refletir o que é a vida, 
surgem dúvidas, indagações, inquietações...                   
,.
Nos sentimos andarilhos no caminho para o mundo
E esse mesmo mundo nos faz sentir como estrangeiros, com saudades 
de algo que nem mesmo sabemos existir.

Olho as pessoas andando nas rua , parecem sem vida, perdidas, buscando 
um sentido pra qualquer coisa que faça valer a pena  seu viver.
Os andarilhos das estrelas, perambulam pelas ruas daqui e dali,
em busca de um lugar, um alguém, uma mão estendida talvez...

Alguns já nem lembram quem são, e se é que um dia souberam
Mentes vazias, corações pesados, e a alma, sabe-se lá...
Desejos contidos, esquecidos no frio da noite, na pinga, na cola ,
na fumaça...
desgraça pouca é bobagem, parece sacanagem do destino
se é que você me entende?

Para alguns parece louco, pouco valo, alguns trocados talvez
Mas, nos meus momentos de lucidez, sei do que falo e quando não sei calo
E mesmo sem voz me torno a pedra no sapato de alguns, 
e o ouro no bolso de outros...

Quem sou?
O Andarilho das estrelas...
Sem nome, sem documentos, sem teto e sem esperanças de um dia me encontrar
Mas não se preocupe comigo, eu não existo, sou invisível, e só apareço
quando você num súbito momento de loucura, me enxerga e me oferece uma esmola.

Suely Martins



"Alguns dias nos sentimos estranhos.Mas, quando nosso coração se abre, percebemos estar justamente no lugar a que pertencemos."


(Ofereço aos malucos belezas que andam pelas rua do Rio, os Andarilhos das estrelas.)


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Psicossomática contemporânea


Psicossomática contemporânea

Por Rosângela Adaime
A psicossomática contemporânea nos mostra toda a complexidade e riqueza do ser humano visto em sua plenitude. Esta nova corrente de pensamento rompe com o paradigma do racionalismo cartesiano permitindo o reconhecimento de que somos indivíduos plenos, psíquicos, somáticos, espirituais, energéticos, sociais e políticos.
Este novo paradigma veio de encontro à necessidade atual de humanização em diversos campos de ação, como exemplo, hospitais, empresas, escolas. Como também, possibilitou intercambio disciplinar transformando a visão de uma categoria especial denominada doença psicossomática. Através desta nova corrente de pensamento pode-se perceber a saúde não como ausência de doenças, mas como a capacidade do individuo viver de maneira integrada, dando um sentido a sua historia singular, priorizando a compreensão do sujeito e não a doença. Consegue unir o que a medicina psicossomática e a psicologia médica separaram restringindo a visão de doença apenas como somática, psíquica ou psicossomática.
Esta nova corrente de pensamento esclarece que a psicossomática não é uma categoria do adoecer porque toda doença é sempre psicossomática. Contribui também, c para romper com a visão de que doença psicossomática seria correspondente a doença mental. Na verdade, mente e corpo não podem ser separados, pois constituem uma “unidade funcional” (Wilhem Reich). A dor, sofrimento e angustia do paciente são reais e vivenciadas não apenas no corpo e na mente, como também nos seus relacionamentos, na forma singular que o individuo se colocar diante do mundo.
Outros conceitos tradicionais com relação à categoria psicossomática são o pensamento operatório e a alextimia usada para descrever as deficiências afetivas e cognitivas observadas nos indivíduos na sua maneira de expressar emoções. Esta visão também restringe o amplo processo de defesa do ser humano. Toda doença é psicossomática, entretanto, quando privilegiamos o olhar para o psíquico em detrimento do orgânico, ou ao contrário, o orgânico em detrimento do psíquico estamos, desta maneira, compartimentando o individuo e conseqüentemente constituindo uma categoria especial de doença. Além disto, deixamos de levar em consideração as crenças e valores que permeiam a identidade da pessoa.
O homem não vive só: desde o seu nascimento até a sua morte se relaciona e está inserido em uma família, escola, empresa, comunidades, sociedade etc., e, como é um ser psicossomático, ele se mostra desta maneira em todos os aspectos de sua vida.
A psicossomática contemporânea nos abre a possibilidade de rever conceitos com os quais convivemos há décadas como se fossem naturais e inevitáveis, numa padronização que causa acomodação e engessa o pensamento. Com isto perdemos nossa capacidade de olhar o ser humano sobre outra perspectiva não lhe permitindo reagir à dor de maneira particular e singular.Hoje vemos a necessidade de irmos em direção a “contracorrente” (Edgar Morin), em um resgate dos conhecimentos milenares que nos auxiliam a compreender o ser na sua integralidade reagindo desta forma à invasão do quantitativo e da uniformização generalizada.
Atualmente, vivemos em um mundo conturbado, onde o individualismo se mostra no não assumir compromisso consigo e com o próximo. Podemos perceber que a relação sujeito-sujeito transformou-se em uma relação sujeito-objeto, na qual o ter substitui o ser. Esta sociedade de consumo e tecnológica nos trouxe ganhos como também perdas deixando um vazio inexorável que hoje percebemos na busca de um sentido para o existir.
A compreensão do ser na sua integralidade física, mental, espiritual, energética e social nos propicia planos de prevenção e praticas curativas ao adoecer de maneira mais humanizada. Graças à psicossomática contemporânea com sua visão do homem integral podemos perceber a amplitude dos esforços os quais relativizam a visão estritamente biológica ou psicológica do adoecer na sociedade contemporânea.
NUNAP


sábado, 13 de abril de 2013

Liberdade ...Amor..... e Escolhas.

DEPENDÊNCIA AFETIVA ♥

"Depender da pessoa que se ama é uma maneira de se enterrar em vida, um ato de automutilação psicológica em que o amor próprio, o auto-re...
speito e a nossa essência são oferecidos e presenteados irracionalmente.

Quando a dependência está presente, entregar-se, mais do que um ato de carinho desinteressado e generoso, é uma forma de capitulação, uma rendição conduzida pelo medo com a finalidade de preservar as coisas boas que a relação oferece.

Sob o disfarce de amor romântico, a pessoa dependente afetiva começa a sofrer uma despersonalização lenta e implacável até se transformar num anexo da pessoa “amada”, um simples apêndice. Quando a dependência é mútua, o enredo é funesto e tragicômico: se um espirra, o outro assoa o nariz. Ou, numa descrição igualmente doentia: se um sente frio, o outro coloca o casaco.

'Minha existência não tem sentido sem ela'; 'Vivo por ele e para ele'; 'Ela é tudo para mim'; 'Ele é a coisa mais importante da minha vida'; 'Não sei o que faria sem ela'; 'Se ele me faltasse, eu me mataria'; 'Eu venero você'; 'Preciso de você'; enfim, a lista desse tipo de expressões e 'declarações de amor' é interminável e bastante conhecida. Em mais de uma oportunidade, as recitamos, as cantamos embaixo de uma janela, as escrevemos ou, simplesmente, elas brotam sem nenhum pudor de um coração palpitante e desejoso de transmitir afeto. Pensamos que essas afirmações são demonstrações de amor, representações verdadeiras e confiáveis do mais puro e incondicional dos sentimentos.

De forma contraditória, a tradição tentou incutir em nós um paradigma distorcido e pessimista: o amor autêntico, irremediavelmente, deve estar infectado de dependência. Um absurdo total.
Não importa como se queira argumentar, a obediência devida, a adesão e a subordinação que caracterizam o estilo dependente não são recomendáveis."
(Anseios da Vida)
Um homem não pode ser mais homem do que os outros, porque a liberdade é semelhantemente infinita em cada um.
Jean-Paul Sartre

Autismo-Livro novo.


Médica e mãe de dois filhos com autismo lança livro sobre o transtorno

“Autismo e Cérebro Social – Compreensão e Ação” é o título da obra que a médica cearense Fátima Dourado lança nesta sexta-feira (15), às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi. Pediatra e psiquiatra, a autora, com dois filhos autistas, fundou a Casa da Esperança, entidade de referência internacional no tratamento e estudo do autismo. O livro apresenta sua trajetória de superação e ajuda leigos e profissionais e entenderem melhor esse transtorno de desenvolvimento e relacionamento.
Fátima faz um relato emocionado dos desafios e conquistas com a descoberta do diagnóstico de autismo nos filhos Giordano Bruno e Pablo, hoje adultos.  Em detalhes, ela cita os personagens e os percalços desta caminhada até hoje, quando, à frente da Casa da Esperança pode oferecer a pais e mães de filhos autistas as respostas que não teve no passado.

O livro também apresenta dados científicos que vão interessar a especialistas e profissionais de saúde. Como médica, Fátima aprofunda-se nos critérios de diagnóstico, métodos e técnicas de intervenção, uso de medicamentos, orientação familiar, casos clínicos e situações de vida. Mescla ciência e amor no tratamento do Autismo, porque não poderia ser diferente.
Até chegar a essa fase da vida em que pode compartilhar experiência e conhecimentos sobre autismo, Fátima  enfrentou dificuldades e uma forma de enfrentá-los foi unindo-se a oito mães com filhos autistas. Juntas, fundaram há 19 anos Casa da Esperança. Atualmente a entidade atende 400 pessoas com autismo em regime intensivo, de quatro ou oito horas por dia e realiza mais de mil procedimentos ambulatoriais diariamente, na condição de unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
As atividades na Casa são desenvolvidas em conjunto com o psicólogo Alexandre Costa e Silva, atual presidente da entidade, e dos seus dois filhos, Alexandre e Gustavo, especializados em autismo.
“Autismo e Cérebro Social – Compreensão e Ação” é o segundo livro de Fátima Dourado. Sua obra de estreia foi “Amigos da Diferença: uma abordagem relacional da problemática do autismo”, que trantou de um projeto desenvolvido pela Casa da Esperança, objetivando chamar a atenção da sociedade para a importância de tratar os diferentes com respeito e dignidade.
De acordo com a autora, o autismo  é “o protótipo de uma série de transtornos, com diferentes formas de apresentação e múltiplas causas, que apresentam entre si  algumas características comuns”. Entre estas, anormalidades no desenvolvimento da inteligência social que se apresentam na forma de dificuldades de comunicação e linguagem; presença de estereotipias de comportamento, atividades e interesses, dentre outros sinais.
Fonte: Universo Autismo
Fonte:

domingo, 7 de abril de 2013

Como lidar com Automutilação.


Ensine essa pessoa a se expressar de outras formas

    A automutilação é sobre tudo uma tentativa de comunicar um sofrimento, é um grito amordaçado que ninguém ouve. Pessoas que costumam se cortar tendem a diminuir a incidência desse comportamento quando passam a praticar alguma forma de arte:
  • Teatro
  • Desenho
  • Pintura
  • Literatura
   Essas atividades fazem com que o individuo aprenda outras formas de expressar a sua dor. Recentemente indiquei uma adolescente que se cortava para uma escola de teatro e alguns meses depois um professor entrou em contato comigo, pois a adolescente era muito criativa e expressiva.
  A escrita, por ser a mais fácil de praticar e não precisar de exposição é a mais praticada por quem sofre deste transtorno. Orientar a pessoa a ter um diário onde ela possa desabafar e expor os seus sentimentos pode trazer grande alivio.
Escute o que ela tem a dizer

   Se alguém se mutila é provável que ela tenha algo a dizer, porém não sabe como e com quem se abrir e se você se dispôs a ajudar comece a fazer isso simplesmente ouvindo. Porém tenho que  lembrar que ouvir não é dar conselhos, não é falar mais que o outro, não é fazer várias perguntas e não é julgar. Ouvir e deixar que o outro fale do que está sentindo.

    De modo geral os automutiladores, falam coisas que em muitas vezes parecem incoerentes e sem sentido, mudam de assunto e se emudecem repentinamente, por isso é necessária muita paciência para conversar .

O ideal é encaminhar a pessoa com o problema a um especialista, seja psiquiatra ou psicólogo, para avaliar e iniciar o tratamento.

Fonte. psicólogo.com

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